quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Contardo de hoje

Adoro ler o Contardo Calligaris. Acompanho sua coluna na FSP, tenho alguns livros e acho mesmo muito bom. Hoje ele escreve sobre o entendimendo em dizer 'sim' e 'não'. Parece simples, mas só qdo a idéia está assim em palavras é que conseguimos entender melhor oq pensamos. Fiquem com a reflexão:


A dificuldade de dizer não (ou sim)
A necessidade narcisista de sermos amados nos torna covardes e nos leva a assentir

Durante toda minha infância, eu dizia "não" mesmo quando queria dizer "sim".
Usava o não como uma palavra de apoio, uma maneira de começar a falar. Minha mãe: "Vou sair para fazer compras; algo que você gostaria para o jantar?". Eu, enérgico: "Não", acrescentando imediatamente: "Sim, estou a fim de ovos fritos (ou sei lá o quê)".
Os adultos tentavam me corrigir: "Então, é sim ou não?". "Não, é sim", eu respondia.
Entendi esse meu hábito muito mais tarde, quando li "O Não e o Sim", de René Spitz (ed. Martins Fontes). No fim da faculdade, Spitz era um dos meus autores preferidos, o único, ao meu ver, que conciliava a psicanálise com o estudo experimental do desenvolvimento infantil. No livro, pequeno e crucial, Spitz nota que, nas crianças, o uso do "não" aparece por volta do décimo oitavo mês de vida, logo quando elas costumam falar de si na terceira pessoa, como se precisassem (e conseguissem, enfim) se enxergar como seres distintos dos outros.
Para Spitz, a aquisição da capacidade de dizer "não" é um grande evento da primeira época da vida: a conquista da primeira palavra que serve para dialogar e não só para designar um objeto. Mas, cuidado, especialmente no segundo ano de vida, o "não" teimoso da criança não significa que ela discorde do que está lhe sendo proposto ou imposto: a criança diz "não" para afirmar que, mesmo ao concordar ou obedecer, ela está exercendo sua própria vontade, a qual não se confunde com a do adulto.
Em suma, durante muito tempo, eu persisti na atitude de meus dois anos. Mais tarde, consegui me corrigir. Mas em termos; sobrou-me uma paixão pelas adversativas: mal consigo dizer "sim" sem acrescentar um "mas" que limita meu consentimento. É um jeito de dizer que aceito, mas minha aceitação não é incondicional. "Vamos ao cinema?". "Sim, mas à noite, não agora."
O uso do sim e do não, no discurso de cada um de nós, pode ser um indicador psicológico valioso. Mas, para isso, é preciso distinguir entre "sim" e "não" "objetivos", que têm a ver com a questão da qual se trata (quero ou não tomar café ou votar nas próximas eleições), e "sim" e "não" "subjetivos", que são abstratos, ou seja, que expressam uma disposição de quem fala, quase sem levar em conta o que está sendo negado ou afirmado.
Se o "não" subjetivo é um grito de independência, o "sim" subjetivo é uma covardia, consiste em concordar para evitar os inconvenientes de uma negativa que aborreceria nosso interlocutor.
Alguns exemplos desse "sim" covarde (e, em geral, objetivamente mentiroso). "Respondeu à minha carta?" "Sim, já mandei." "Gostou de minha performance?" "Sim, adorei." "Quer me ver de novo?" "Sim, te ligo amanhã." Mas também: "Você vai assinar a petição para expulsar os judeus do ensino público?" "Claro, claro, estou assinando."
Acontece que dizer "não" é arriscado. A confusão com o outro, aquela confusão que ameaça a primeira infância e contra a qual se erguia nosso "não" abstrato e rebelde, é substituída, com o passar do tempo, por mil dependências afetivas: "Desde os meus dois anos, não sou você, não me confundo com você, existo separadamente, mas, se eu perder seu amor (sua amizade, sua simpatia, sua benevolência), quem reconhecerá que existo? Será que posso existir sem a aprovação dos outros?".
Em suma, o sim subjetivo é um consentimento abstrato (o objeto de consenso é indiferente e pode ser monstruoso), pois o que importa é agradar ao outro, não perder sua consideração. A necessidade narcisista de sermos amados nos torna covardes e nos leva a assentir.
Por sua vez, nossa covardia fomenta explosões negativas, tanto mais violentas quanto mais nossa concordância foi preguiçosa. À força de dizer "sim" para que o outro goste de mim, eu corro o perigo de me perder e, de repente, posso apelar à negação abstrata, espalhafatosa e violenta, só para mostrar que não me confundo com o outro, penso com a minha cabeça.
Bom, Spitz tinha razão, o uso do não e do sim permitem o diálogo humano. Mas é um diálogo que (sejamos otimistas) nem sempre tem a ver com as questões que estão sendo discutidas; ele tem mais a ver com uma necessidade subjetiva: digo "não" para me separar do outro ou digo "sim" para obter dele um olhar agradecido. Nos dois casos, tento apenas alimentar a ilusão de que existo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Rothko

Now in my living room.
Presentão-ão-ão doDan.
Adoro!

Morar em São Paulo é...

Ficar no trânsito por 2h20 entre Perdizes e Jaguaré.
(fonte: folha.com.br)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Co+Labor+Ativos

Nascendo hoje.
Depois conto mais.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ai ai ai...

Do blog do Ricardo Freire (aqui)
Preciso de uma agora!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

That's the story, morning glory.



Da sala.

Saudosismo

Nesses dias em Perdizes, bateu uma certa saudade de tempos atrás...
Lá se vão 25 anos...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A vida dura.

É, perto de completar 5 meses out of office.
Passou muito rápido. Outra dia ainda era Páscoa...

OK, muito aconteceu desde o início deste período. Meu tempo se dividiu entre obrigações, saldar necessidades represadas pela falta de tempo, dedicação à família e namorado dentre tantas outras coisas. E neste momento, as reflexões sobre trabalho tomam à maior pare do meu tempo.
Disse 'trabalho', não 'emprego'.
São vários fatores pesando na balança.
De uma lado o projeto de vida, as responsabilidades financeiras, a comodidade de anos de janela e um certo orgulho ferido.
Do outro o cansaço de tanta 'doação' a uma vida de stress e a sempre presente perspectiva de se fazer algo realmente novo e que vale a pena.
É um turning point bem difícil e, particularmente pra mim, é inevitável me ver na mesma situação que meu pai na década de 80, qdo mudamos para São Paulo. Foi o turning point dele, tb aos 40 anos. Mas isso acaba se configurando num impulso a mais para não repetir os mesmos erros e olhar mais dedicado e esperançoso pro futuro.
Como tenho repetido, nossa expectativa de vida hj chega fácil até os 80 anos. Ou seja, ainda estou na metade do tempo de minha passagem por aqui!

Oq vi e que está ai no dia-a-dia das agências, é uma crueldade ainda maior no mercado publicitário hoje.
A juventude-barata com toda sua tecnologia móvel opera frenética e incessantemente por conta de uma comunicação mais plástica que minimamente residual.
Tudo é muito superficial. Marcas morrem rápido, mensagens ficam velhas em menos de um dia. Fora a falta de profundidade de informação, cultura e referências que a geração on-line dissipa via 'smsmsn' com vocabulário curto e desconhecendo a gramática.
Não é querer valorizar o velho, mesmo pq oq eu chamaria de velho tem no mínimo 60 anos, e o velho desse nova geração 'publicitária-operacional' tem 10 anos.
Aí de repente vc se vê com 39 anos e com um leque de possibilidades bem menor de recolocação no mercado. O dilema torna-se então voltar à engrenagem ou se reinventar.
Esse discurso é velho, todos já ouvimos de alguém ou já proferimos.
É que comigo está acontecendo agora, e minhas atitudes estão lutando contra o relógio.

Friamente analisando, a crise econômica global recente é tanto o justificado motivo quanto o álibi implacável responsável por muito desemprego.
No mercado publicitário não é diferente, particularmente no Brasil onde a publicidade é um dos primeiros alvos dos cortes de investimento.
Menos verba, cobrança por resultados melhores, salários menores e downgrade de qualidade por todos os lados.

Aí, pesquisando na rede por oportunidades descobri o projeto 'Lemonade' de Erik Proulx, um recém-desempregado-redator-publicitário-norte-americano, alvo dessa crise global.
Trata-se de um vídeo/filme/curta que, nas palavras do próprio, '...is about what happens when people who were once paid to be creative in advertising are forced to be creative with their own lives.'
Ainda estou pesquisando mais, mas tb faz parte deste projeto o blog 'Please Feed The Animals - A Blog For The Recently Unemployed Advertising Professional'

Ahá! Fala sério!
Vejam o trailler e naveguem no blog.
Ele tem sua parcela motivadora, de reflexão e minimamente de informação.
É isso ai.
Logo trago minhas novidades.
E como diria Chico Buarque '...amanhã há de ser outro dia!'

Por falar nisso...

Às vezes a ficha cai depois de uma chacoalhada.
Chacoalhadinha!
Just can't get enough!
:-))))))

Bat For Lashes - 'Daniel' (live on Later)

Outra que não sai do repeat também.
Adoooooooooooooooooro!!!!
(ok, pode fazer a piada...)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Causa e consequência.

Ganhei uma máquina de fazer waffles.
Amei!
Enquanto isso, na farmácia, a balança já acusou 79kg.

Fuga de SP

Este final de semana fugimos de SP.
Tava cansado de brigar com o imprevisto e com o clima que não permitia um finde bom, e resolvemos sair mesmo que o Sarney renunciasse.
Já não tinha conseguido Recife nem Rio. E quem não tem litoral, caça com represa no interior mesmo.
Fomos para Avaré, à beira da represa Jurumirim, numa pousada bem simpática - Villa Porto Vita. (site aqui)
Chalés delícia, chuveiro ótimo, cama grande. Com sol deve ser realmente excelente, pois aí a piscina ficaria viável. Legal que NÃO tem infra pra crianças!
Sábado apesar do frio e vento, o céu estava azul. Domingo não teve jeito e choveu fraco, mas o tempo todo. A represa estava alta, e as 'prainhas' submersas.
E foi ideal pois aí a coisa é se trancar no chalé e só, certo? Sacou?
Duas coisinhas apenas poderiam ser diferentes: o cardápio do restaurante é uma coisa bem jardins-itaim, tanto no que diz respeito ao cuidado e qualidade como quanto ao preço - poderia ser assim mais 'regional'; e os 3 km de estradinha de terra são realmente tensos após a chuva!
Mas conseguimos voltar.
Aqui algumas fotos, e logo estaremos lá novamente e sob o sol e calor merecidos.
:-)


















Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!

Descobri este há alguns dias e veio justamente no momento em que a lei anti-fumo começou pra valer em SP. Estava no UoD.
Idéia divertidíssima, viral bacana (pq não pode ser verdade, né minha gente!) cheio de personagens caricatos.
Vale as gargalhadas.
Mas ainda não identifiquei o 'vírus'!
Soon...

Carão!

Back.
E assim, a medida que coisas efetivamente boas acontecerem, as mesmas chegam postadas aqui. No matter the time it takes. Oq é 'morno' fica pra depois.
Pra começar, o mp3 repeat da semana. Música 'carão', cheia de uh-uhs, clap-your-hands e tal. Claro que foi Dan que passou.
Mas o vídeo é uma pérola.
Tipo assim, a galera se junta, chama os amigos, abre uma bebidinha (entre outras coisas) até que alguém sai com a idéia de fazer um 'vídeo aí!'. Dá nisso!

domingo, 9 de agosto de 2009

Pacaembu

Hoje estreei minha condição de 'sócio' do Pacaembu.
E isso não tem nada exclusivamente relacionado à futebol. (a vida corinthiana não anda fácil nás últimas semanas....)
Oq pouca gente sabe é que o Pacaembú é um clube, e não um estádio apenas.
Existe ali todo um Centro Esportivo com "piscina olímpica aquecida com arquibancada para 4 mil pessoas; ginásio poliesportivo coberto com capacidade para abrigar 2800 espectadores; ginásio de saibro coberto com assento para 800 pessoas; quadra externa de tênis com arquibancada para 1.500 pessoas; quadra poliesportiva externa com iluminação; pista de Cooper com 860m; salas de ginástica e posto médico." (texto do site)
E o melhor - gratuito, já que é da prefeitura da cidade.
Justamente por muito pouca gente saber disso, hoje, neste lindo domingo de verão em pleno inverno, pude aproveitar uma piscina bem tranqüila para acabar com o mofo das últimas semanas e dar um fim à palidez que me tomava.
É claro que, como tudo que é público no nosso país, vê-se claramente que tem muita coisa ali que poderia ser melhor (espreguiçadeiras, armários etc.), mas para quem não tem piscina em casa e não espera nada high-end, dá pra relaxar bem e aproveitar o dia.
Informações aqui e pics abaixo.
Que me faz companhia?





Update your iPod

Blogs ótimos que localizei pra atualizar o iPod com novidades muuuuito bacanas.
Have fun!

5 acts
Boom Boom Chic
Two Guns

CHO-CA-DO

A entrevista das páginas amarelas de Veja deste final de semana ("Homossexuais podem mudar" - ed. 2125) é de deixar qquer pessoa moralmente íntegra sem palavras, além de fazer Freud revirar na tumba.
Só pra dar uma pista, a entrevistada, a psicóloga Rozângela Alves Justino afirma em determinado momento que '...Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.'
Não, você não leu errado. Ela faz esta comparação sim.
Acho ótimo a Veja poder expor tais personalidades e suas idéias, por mais absurdas que sejam. A liberdade de imprensa diz que todos devem ser ouvidos.
Mas, sem levantar bandeira, oq nunca foi meu caso... cadê a polícia?
Leia aqui e faça suas reflexão.


avalia o shape MJ...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Música para o sol!



Ainda sem vídeo oficial mas dá pra curtir a gravação de estúdio tb aqui.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Jornalismo

Quando fui prestar meu primeiro - e único – vestibular, sabia o que não queria (medicina, direito e essas coisas chatas...) mas uma dúvida tranqüilizou minha pressa em passar logo após sair do ‘colegial’ do Santa Marcelina, e endossou meu projeto de um ano de cursinho - publicidade ou jornalismo?

Fato é que, como paraquedista, apesar de não ter passado na Fuvest, consegui entrar na FAAP, e claramente me vi escolhido pela carreira, e resolvi acreditar que a dúvida não mais existia. De qualquer forma, a notícia, a informação, o texto impresso ou na TV sempre me chamaram a atenção, tanto que por um breve momento achei que poderia ser redator em agência. Só achei.

Buscar a notícia, estar informado, ter conhecimento sempre fez diferença, seja no processo educacional, no grupo social e, muito importante, na careira profissional. E os tempos on-line deste século, com ‘blogueiros virais’ e onde o brasileiro já fica conectado mais de 23h/mês em sua residência, mostram que a informação é veloz e pode fazer uma boa impressão num primeiro momento. Um sonho para qualquer generalista por trás de um avatar em alguma rede social. Afinal é bacana saber as referências certas e a hora exata de jogá-las na roda de amigos.

Mas o que faz a diferença é a ‘profundidade’ da informação, o ‘corpo’ da notícia, trabalhada pelo jornalista e traduzida nos meios de comunicação. É a ai que a cultura se faz presente e que a identidade do leitor/espectador/ouvinte se desenvolve.

Isso é apenas uma opinião elaborada a partir de meu modesto conhecimento e estimulada pelo programa Notícia em Foco de hoje, na CBN, que comemorou um ano com uma edição especial. O tema abordado foi ‘os bastidores das coberturas exclusivas e reportagens especiais’, com participação de Eliane Brum, da revista Época, e Lourival Sant´Anna, do jornal O Estado de S.Paulo.

O programa foi rico, tratando de assuntos como a relação do jornalista com o objeto em cobertura, a censura, o novo ‘não’ diploma de jornalismo no Brasil dentre outros temas. Ouça aqui e faça sua avaliação.

E fica aqui outra dica resgatada do Update or Die - o Newsmap, uma maneira no mínimo dinâmica e bonita de estar informado. Lay-out incrível, notícias 'frescas', mas ainda falta ali o canal 'Brasil'.
(num próximo post, em breve, trago referências sobre meu grande gosto pelo fotojornalismo, e a crença inabalável na máxima que diz que ‘uma imagem vale por mil palavras’).

sábado, 1 de agosto de 2009

Samba gringo



A-DO-REI!

Dia 15, no Circo Voador, Rio e dia 17, no Studio SP, ingressos já à venda!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Esquisito é pouco...



Mas a música é boa.

Hakken



Tá no Tatuapé? Desejando um sushi? Uma sakerinha?
Vai no Hakken.
Novidade muito além dos tradicionais rodízios dos restaurantes japoneses que pipocam pela cidade e que vale a pena conhecer.
Rua Azevedo Soares, 541, travessa da conhecidíssima Tuiuti.
E esse logotipo é lindo não? In-crí-vel!
Dan q fez!

sábado, 25 de julho de 2009

Bacana!!



Idéia ótima embora não dê para cantar junto.
Dica do Diego.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Rothko



Adoro!

Calma...



Musica do dia muito frio, bem calma, um tanto onírica, e um vídeo bem menininha, apesar da má qualidade. Se vc sabe hebraico, dá pra cantar algumas músicas do disco
Esta aqui é 'Too Long'

ratziti ligdol itcha, lehizdaken
ikach ma she'ikach
iten ma she'iten


Pra saber mais de Yael Naim o site está aqui

Colour your life!



Blog incrível que conheci hj - http://www.colourlovers.com/blog (dica do Dan, claro!)
Combinações de cores, padrões, texturas, palhetas... a salvação de qquer direção de arte. Dá pra ficar horas se divertindo, assim com fiquei com Sil na tarde de hoje.
Assim fica bem fácil reconhecer algo de mau gosto qdo se está frente ao mesmo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo

Aí, mais uma vez de maneira 'cármica', eu e Silvia, no Vanilla.
Adooooro!

Wi-Fi search 2




Mais andanças na cidade testando spots wireles.
As últimas passagens:

- Suplicy Lorena: como já era de se esperar, tudo funciona. Ao conectar é necessário fazer um cadastro simples no portal Vex e a partir daí tudo rola direitinho. O lance é que o lugar é concorrido e tem sempre ao menos duas outras pessoas com lap por lá. Tudo é caro, o atendimento é blasé, mas enfim, o lugar é pra ver e ser visto, apenas isso, logo, uma vez lá, não há doq reclamar. Abaixo a foto.

- Vanilla Al. Itu: tudo errado; o lugar é pequeno e reservado oq seriam pontos a favor, mas apesar da atendente ter dito de imediato que poderia usar meu computador, a conexão estava off; e isso só depois de eu já estar servido. Humpft! Fiquei com bode de voltar lá.

- Livraria da Vila Lorena: resumidamente a atendente foi tão mal educada qdo pergutei se tinha conexão que virei as costa e sai; do pouco q entendi, é preciso pagar para se conectar. No volto. No way!

- a Chapa Melo Alves: foi bacana. No meio da tarde, quase inguém lá, lugar bem reservado e conexão boa aberta; atendimento tranquilo e o milk shake tava ótemo. Vou acabar engordando assim.

Esses dias estive a pé por isso os testes continuam na área que tenho acesso de metrô. Logo em outras paragens.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Vídeo terapêutico

The Dead Weather, nova ocupação de Jack White, não tão boa quanto as anteriores. Em outras palavras, 'fogo no c..' mesmo.
A música é ok, mas o vídeo dá idéias, é bem sugestivo...
Aqui o site da banda

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sons da semana

Ouvindo duas coisas bem diferentes...

George Harrison - Let it Roll
Músicas tão boas, mas tão boas... Particularmente minhas favoritas 'While My Guitar Gently Weeps', 'When We Was Fab', 'Something' e 'All Those Years Ago'




Textículos de Mary
É... deboche pernambucano sem limites. Ouvi no rádio 'Todinha Sua' no domingo e Dan ajudou a achar o download aqui. Para aquele momento de desprendimento muito forte. Precaução: use um fone de ouvido antes dos speakers.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Wi-Fi Search




Ai a pessoa adquire mobilidade e resolve achar que o mundo é wi-fi. Ao menos São Paulo. Capital. Avenida Paulista.
Ledo engano.

Claro que é bacana a idéia de desfilar por ai, experimentando cafezinhos diversos, decodificando os pares e lugares à medida que tenta-se trabalhar ou ao menos se comunicar a partir de outro lugar que não a própria toca fria deste inverno paulista.
Mas por mais que se tenha a percepção de que SP é uma megalópole apta às modernidades de um mundo globalizado, falta infra estrutura e atendimento.
Nos últimos dois dias procurei/testei alguns pontos wi-fi na região mais business de SP e o saldo não é lá animador.
Vejamos:

- Starbucks Sh. Higienópolis: conexão mais-ou-menos (o sinal aberto da Cristallo ao lado é melhor), cafezinho caríssimo, atendimento 'nem aí' e muita exposição para a rua. Fiquei com medo te tanto motoqueiro na frente do shopping, e este lap custou caro. Não volto. (mais na VJSP desta semana, pág. 48)

- Jig's Sh. Paulista: perguntei se tinha área 'wi-fi' e o host indicou a área com pontos de luz, aliás, com várias mesas; a conexão (com senha) funciona, mas as fritas são meia-boca e tive que quase sair da mesa pra chamar o garçom; ao menos tem pouca exposição. É opção.

- Vanilla Antônio Carlos: lá tem sempre gente com laps; a conexão (com senha) é boa, atendimento ok, cafezinho e muffin sempre ótimos; fiquei no mezzanino, que é mais reservado (5 mesas) e onde outros dois clientes tb trabalhavam. O melhor até agora.

- Fran's Fnac Paulista: segundo a atendente do caixa, não tem wi-fi - afinal lá o lance é pagar mesmo para usar os computadores do lugar; bem antipático e mercenário.

- Fifties Al. Santos: um horror! Perguntei à host 'Tem conexão wi-fi?' e ela, totalmente cara de dúvida me responde 'Er... as pessoas usam computador aqui de vez em quando...'; ok, tava com fome mesmo, subi ao mezanino, perguntei novamente àquele que parecia ser o gerente que me disse seguramente 'Sim senhor!'; a surpresa foi o garçom me interromper qdo abria o lap para dizer que não tinha conexão lá, e que precisaria usar uma externa; pois é, até poderia dar o desconto se essa fosse uma informação muito complicada, mas não é o caso; bastava dizer 'Não senhor, mas teremos em breve...'

- Café pátio Casa das Rosas: lugarzinho bem bonitinho; perguntei para a atendente do balcão 'Tem conexão wi-fi?' e ela, mais os outros dois atendentes fizeram cara de '?' antes da seguinte resposta 'A gente tem uma tomada aqui!'; agradeci e saí.

- Centro Cultural Itaú: apesar do café parecer ser aconchegante e grande, não tem conexão wi-fi; achei 'pobre' pra um banco como o Itaú, ainda mais num 'Centro Cultural'; o irônico foi o atendente do café me apontar o SESC na outra esquina dizendo que lá havia conexão - será ele comissionado?

- SESC Paulista: foi uma coisa 'quase'; as recepcionistas do térreo não sabiam dizer se a conexão da 'Comedoria' estava funcionando e recomendaram ir até lá verificar, no 15o. andar! Fui. A conexão estava ok (com senha); fiquei na área externa que dá uma vista 'selva-de-pedra' pra cidade; café ok, pão de tapioca bom e ficaria mais se tivesse uma tomada pra bateria, mas nenhum atendente sabia indicar onde estavam os pontos de luz; mas o lugar é mega-reservado e deve valer uma volta por conta da segurança. (abaixo a vista de lá)

Ai cansei né!
Em breve volto com a wi-fi-search.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

É de pequeno....









...que se vai teclando...
:-)))

quarta-feira, 8 de julho de 2009

New tool



Me seguuuuura!!!!!

terça-feira, 7 de julho de 2009

O 'funeralshow' de MJ

Impossível não falar sobre o 'funeralshow' de MJ hoje.
Não assisti 'live', mas do pouco q vi nos jornais da noite pareceu sim ter lá seus momentos emocionantes. Uma coisa 'MJ de ser', ou de 'morrer'... Celebrities, muito ouro, modelões etc.
Gostei de John Mayer, Jenifer Huston, e 'Smile', música que realmente é fantástica.
Mas não deixa de ser uma papagaiada, too much para oq aprendi desses momentos.
E ficam as perguntas
- todos vão esquecer das acusações de pedofilia?
- vão esquecer que negou ser 'da cor'?
- o cara virou santo?
e mais...
- Paris Michael vai ser lançada ao estrelato? Pelo avô?
- vai ter DVD do funeral show?
- vai ter mais show no enterro?
- mas vai ter enterro ou vai virar uma coisa Evita Perón?

Ui!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Adele



Pra não dizer que tô num mood apenas do século passado.
A música é linda!
Aqui o Myspace da gorducha.
Maldadezinha: não resisti a imaginar Preta Gil fazendo um cover disso...

Vik Muniz



Fui ver, assim como todos já deveriam ter visto.
É bom sim. Bom. Ponto.
Sem sobressaltos.
Destaques para as séries 'Monadas', 'Pantones' e 'Arames', as que mais gostei. Aqui o site do cara e a exoisição segue no MASP até dia 12/7.

Enjoy.

How the weekend ended...



'...Tu vuo' fa' l' americano,
mmericano, mmericano,
ma si nato in Italy,
siente a mme non ce sta' niente a ffa
okay, napolitan.
Tu vuo' fa' l' american,
tu vuo' fa' l' american.

Whisky and soda e Rock and Rol.
Whisky and soda e Rock and Rol.
Whisky and soda e Rock and Rol...'

Direto de 1957.
E para quem quiser treinar seu italiano, a letra está aqui.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

1 milhão de brasileiros no Facebook

"Is Orkut in trouble? Facebook just doubled in Brazil and India.
While Facebook has over 230 million active users and has been rapidly growing around the world in the last 24 months, Orkut, the social network run by Google, has remained dominant in Brazil and India. Although Facebook has grown slowly in those two countries, it’s never been able to turn the corner - until now...."


A questão da língua ainda é uma barreira.
Ainda não acho ruim.
Notícia completa aqui.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Flip, Richard Dawkins e 'mêmes'

Hoje começou a 7a. edição da Flip, que conheci ano passado e quebrou então minha percepção errada de feira 'intelectualóide-bicho-grilo'. Além de ser em Paraty, a feira em si é mesmo muito boa e vale a pena antecipar reservas de pousadas e ingressos. Fica aqui a promessa de ir ano que vem.
E começou com Richard Dawkins, cientista evolucionista discípulo de Darwin, ateu ('bright') convicto e possivelmente a 'encarnação do capeta' pra qualquer creacionista.
Xereta que sou, fui atrás do conceito dos 'mêmes' que ele estabeleceu há mais de 30 anos. Idéia fantástica e que gera ainda mais debate nesta era www. Aqui o trecho de 'The Selfish Gene':


"Examples of memes are tunes, ideas, catch-phrases, clothes fashions, ways of making pots or of building arches. Just as genes propagate themselves in the gene pool by leaping from body to body via sperms or eggs, so memes propagate themselves in the meme pool by leaping from brain to brain via a process which, in the broad sense, can be called imitation. If a scientist hears, or reads about, a good idea, he passed it on to his colleagues and students. He mentions it in his articles and his lectures. If the idea catches on, it can be said to propagate itself, spreading from brain to brain. As my colleague N.K. Humphrey neatly summed up an earlier draft of this chapter: `... memes should be regarded as living structures, not just metaphorically but technically. When you plant a fertile meme in my mind you literally parasitize my brain, turning it into a vehicle for the meme's propagation in just the way that a virus may parasitize the genetic mechanism of a host cell. And this isn't just a way of talking -- the meme for, say, "belief in life after death" is actually realized physically, millions of times over, as a structure in the nervous systems of individual men the world over."


Mais especificamente deste capítulo do 'The Selfish Gene' aqui.
E mais Richard Dawkins em seu site, no TED e na Amazon.

Enjoy!

Comecei um blog.

Sim, comecei...
Muito por input da amiga cármica Silvia e por estímulo de Dan.
A vontade já existia, há algum tempo, meio morna e sem crédito, mas só conseguiu acontecer agora, nesta fase transitória de vida. Vamos ver no que vai dar.
Entendo que é melhor que os fotologs que estava encaminhando, pois a ferramenta é mais rica.
Aqui estarei eu, minhas idéias, gostos, vontades, opiniões, estórias e tudo oq achar relevante, não apenas para quem visitar, mas para mim. E neste começo procurando um eixo.
Faz parte de um 'pacote expressionista' que está começando agora, na 'meia' idade.
Os outros fotologs ficam então desativados, mas os retratos destas histórias continuam a ser vistos aqui e/ou aqui.
E, claro, quem quiser ainda me acha em redes sociais: Facebook, Linkedin e Orkut.
Let's get lost!
Alê

Timão êô!




Copa do Brasil 09, Paulista 09, Série B 08
E vem mais!
(mudei a imagem por esta q recebi hj... much better!)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Pra começar...



Detalhe: essa música foi originalmente lançada na trilha do filme 'Love Story', sim, aquele famoso, com Ali MacGraw e Ryan O'Neal, e que até ganhou Oscar.
Tudo isso em 1970 (!!!)